Alguém me disse que eu tô muito agoniada com tudo e tem razão.
Mas, como é que se desagonia?
Porque não é um fato ou outro, é mais um estado de espírito.
Claro que os acontecimentos ajudam, mas acho que o conta mais é como a gente se sente com relação a eles.
É claro que estou feliz, e satisfeita, e fazendo planos, mas mesmo assim sempre há uma pontinha de não-sei-o-que-fazer em toda a minha realidade de faz de conta.
E eu me sinto agoniada com relação a quase tudo ultimamente.
E não sei como fazer passar.
Estar com dor complica tudo, porque é coisa que me irrita profundamente.
Não conseguir um tanto de coisas.
Não poder aproveitar os dias com a melhor das companhias como deveria, poderia e gostaria.
Acho que é isso, mas nem eu sei.
O Novos Horizontes é um blog bem intimista, um pouco diferente da minha casa “oficial”, o Infinito Particular. Aqui eu escrevo de uma maneira bem minha, não seguindo os padrões que muitas vezes preciso respeitar no Infinitp. Tenho paixão por minhas casas, e esta aqui tem suas características especiais.
Acho que não fui só eu quem percebeu isso… =]
Cochise César, autor do blog Quixotesco (que com certeza tem um q a mais), e, por acaso, tabém é meu namorado amado salve salve, presenteu este espaço com o selinho ai acima. Fiquei feliz de verdade… foi o primeiro presente (leia-se reconheimento) que o Novos Horizontes recebeu, e ser definido como um blog com um q a mais é muito compensador.
Então, agradeço de coração ao amor da minha vida (que é bem exigente, e jamé me daria esse selo apenas por eu ser sua namorada), e sigo a tradição de indicar mais alguns blogs merecedores deste reconhecimento. São eles: Driele do Chá Das Dez, que passou pro blogspot agora, mas que sempre se esforça muito pra manter o q a mais que seu blog tem. A Kari do Botando pra Fora, que escreve com o coração e poetiza a minha alma. A Jaya do Deixa eu Brincar de Ser Feliz?, que tem uma sensibilidade tão grande, que extravasa e atingi os corações alheios. E a Tarci do Mente Insana, que é suuuper inteligente e aproveita dos assuntos variados pra divertir e entreter todo mundo.
Eeeeee!!!
Aqui o código do selo: <img class=”aligncenter size-medium wp-image-328″ title=”seloq” src=”http://quixotesco.files.wordpress.com/2008/06/seloq.png?w=300″ alt=”” width=”100%” />
E parabens pros bogs com um q a mais =]]
Nada é inteiro. Tudo fica quase. Tudo. Até eu. Acho que é a mistura da nostalgia pelo que foi e a expectativa do que virá. Dias melancólicos. Pra mim, é assim. Alguns dias mais. Esse, por exemplo.
Toda novidade traz essa confusão, essa sensação de tudo fora de lugar. E a gente fica tentando arrumar tudo, estabelecer a lei e a ordem. Mas, o que é novo escapa. Não encontra morada. Porque ainda não há.
E tudo o que espero é que ele passe na prova, pra que a nossa morada esteja mais próxima e as novidades sejam mais ordenadas. Ai ai…
PS: Agradeço pelos elogios que recebo pelos posts pequenos daqui, e peço, minhas gentes, deixem seus e-mails, para que eu possa agradecer e puxar conversa =]
E todos os dias têm ritmos diferente quando não são só meus.
Acho que danço mais bonito quando tenho par.
Dançamos. Pois.
Porque preciso aprender a conjugar no plural. E na contabilidade divina, pouco importa se o seu dom de semear o bem alcança uma criatura ou milhões de criaturas. Importa que você faça a sua parte, por pequena que seja, de um jeito que é só seu. Ou de vocês. Juntos;
E no meio da noite, quando eu decido que estou ótima afinal de contas tenho uma vida incríve, eu me lembro de umas coisas de mil anos e começo a amar você de um jeito que, infelizmente, não se parece em nada com pouco amor e não se parece em nada com algo prestes a acabar.
Tenho me entendido tão mais… Tenho me prestado tanta atenção. Tenho gostado da minha companhia, sabe? Pra variar. Pra variar, depois de anos e anos. Tenho mais consciência dos meus pensamentos, sentimentos e movimentos. Tenho mais consciência até da minha preguiça. Sei o que me faz bonita e o que é feio em mim. Sei o que me alegra e o que me dói. E tudo me completa, me constrói, me faz maior, melhor. É um tempo de morar aqui dentro e ser um bom lugar. Pra mim.
Em maio, vou continuar fingindo que consigo.
Acordei com aquele sentimento quentinho e macio de quem se sabe amada. Deus conserve.
Agora, sou eu quem pergunta: que diabos eu faria com o controle de televisão de casa, lá no trabalho?
Eu, que nem assisto televisão.
E mesmo que.
Não sei desde nem até quando. Só sei que involuntariamente andei sob a chuva fina da tarde e senti esvair-me de todos os meus incômodos. Mas não foi de todo bom… sei que tenho agido mal com um coração, mas ele tem me dado tanto conforto que não consigo ‘desatar o nó que nos uniu, num desatino, um desafio’.
Não sei até quando vou agir contra as minhas convicções só por conforto. Também não sei até quando a minha benção vai ser tão grande, afinal, quem age mal paga um preço, e eu temo pelo meu pescoço.
Enquanto isso, apenas deixo a chuva cair nas minhas costas, quando não, na minha janela, e aproveito para me sentir livre dos meus incômodos, já que as minhas incertezas prevalecem.
Minhas vontades, sempre infinitas, passam muito rápido. E aí eu fico achando que eu não sei ter vontades. Que eu não mereço as minhas vontades. E me sinto sempre uma traidora prestes a desistir ou a enjoar de algo que nem deu tempo de acontecer. E aí fico com preguiça ou mesmo falta de coragem para ter novas vontades. Se elas vão passar, para que raios elas servem?
É. Vou tirar daqui de tanta encheção de saco.
E tenho dito.
E os dias têm sido tão felizes… cheios de amenidades.
Apesar de.
Bobeira é não viver a realidade…
E eu ainda tenho uma tarde inteira!
Estou nervosa pois tenho que fazer e desfazer as malas, fazer e desfazer amizades e também porque perdi minha vida por não querer dar um tiro de misericórdia na nuca das pessoas que amo.
Marcela Nobre Cruz. Talvez apenas Mah. 20 anos, considerando os 9 meses de barriga materna, 21. Morando, desde sempre, em Araçatuba (interior-SP, mas prefere a Fenda do Bikini, reside em uma enooorme maçã ao lado do abacaxi do bob esponja, então nem pense em bater na porta dela nos seus tão famosos dias ruins), mas perdida no país da fantasia a maior parte do tempo.
De bem, apaixonada, julieta há quatro e uns. Observadora, desastrada, sonhadora às vezes, realista outras vezes, quieta no começo, engraçada com a convivência, chata, inconstante, sincera, ‘justa’, estudante de jornalismo, ou melhor, projeto de estudante.. 5° termo pra ser exata. Cosmopolita, cinéfila. Leitora por compulsão, fotógrafa por paixão, escritora por escape, universitária por acaso.
Acredita no amor, respeita a diversidade e ainda tem fé nas pessoas e num mundo melhor. Projeto de escritora nas horas vagas, estagiária, aluna, filha, irmã, amiga e pedestre nas horas cheias. Humor negro. Talvez você seja um pouco anormal e acabe gostando, ou talvez você seja como todo mundo e me ache egocêntrica demais… Mas tô aí pra isso, ache o que quiser e seja feliz, porque eu sou
Epa!
Contapramarcela em mais um blog?
A vida de blogueira realmente me pegou pelo pé… vou testar mais um provedor, depois conto mais sobre as minhas experiências na blogosfera
Beeeijos
visitem minhas outras casas: Infinito Particular e La Belle de Jour

