Joana tinha uma porção de namorados.
Um homem mais velho, com quem podia dividir planos para futuro e se divertir.
Um rapaz esforçado e trabalhador, doce, e de quem sabia que seria amiga para sempre e com quem conversava sobre qualquer coisa, sem nenhum receio.
Um outro, o mais novo, que lhe tinha amor verdadeiro, dava provas concretas de amor, a enchia de ternura e nunca deixava seus dias vazios.
De todos, Joana sabia que deveria amar o último, porque ele era merecedor de seu amor… mas ela, assim com nenhuma menina de 16 anos, era capaz de mandar no coração. Amava o do meio, justamente aquele que lhe confessara uma vez que não lhe tinha amor, apesar de muita estima (sincera), preocupação, bons sentimentos e as promessas de Para Sempre.
Ficou sem saída, então continuou vivendo mediocremente, até que as coisas desandaram. Pedeu o homem mais velho, que era um ignorante sem esperança na vida. Ficou desolada e sofreu, mas quando passou, notou que poderia viver sem ele. Quando ele teve a recaída normal de todos os amantes e a quis de volta, ligou o dia todo e chorou com flores no portão, Joana soube como expulsá-lo de vez de sua vida.
Depois perdeu o segundo. Sofreu a pior da vida… chorou por três dias e três noites. Inteiros. Apesar das promessas de que seriam para sempre um do outro, que nada mudaria, e outras coisas, sentiu como se alguém tivesse roubado metade do seu coração e levado embora. E dessa vez acreditou no tal do Para Sempre. Mas foi notando como era verdade, apesar de tudo, ainda eram um do outro, nada tinha mesmo mudado, apesar de não se denominarem mais como namorados. Conseguiu ficar menos triste, e ajudou quando o momentoi dificil dele veio.
Quanto ao terceiro namorado, continuou com ele. E depois da última prova de amor que ele deu, passou a tentar amá-lo verdadeiramente. Desde então, ela não me contou mais nada… quando me escrever contando, eu compartilho aqui.

Sorte para joana.
Não se manda no coração.
Mas se pode dar uma mão zinha….
Com amor é beeem melhor.
Bjo
Tais melhor?